Quem carpir terreno é o que

Quem carpir terreno é o que

Roço e Capina

Quem carpir terreno é o que

Roço e Capina (limpeza de terreno)

O roço e a capina são duas técnicas aplicadas com o objetivo de limpar terrenos. Dependendo da situação do terreno, após uma vistoria “in loco” apresentaremos as metodologias a serem empregadas, que podem ser utilizadas manualmente ou de forma mecânica. Ou seja, há diferentes tipos de equipamentos capazes de oferecer bons resultados. É válido salientar que esses procedimentos têm de ser bem planejados para serem eficientes. Para tanto, a atenção às características da vegetação, como à velocidade de crescimento do mato, torna-se fundamental. Em adição, cada matéria tem um tempo específico de corte. Entenda em seguida quando se aplica o roço e em quais situações a capina é a solução mais indicada.

As diferenças entre roço e capina

A capina é definida como o serviço que retira a vegetação daninha pela raiz, com a intenção de conter o seu crescimento. Desse modo, é possível desobstruir os mecanismos de drenagem rápida de água da chuva. Além disso, a capina aprimora e otimiza o aproveitamento de espaços habitados ou ainda de cultivo. Já o roço, também conhecido como roçagem, consiste em cortar ou aparar o mato baixo, parecido com a grama. Porém, ela também é útil para remover capins de várias formas, assim como de arbustos e árvores menores. Nesse caso, o propósito da medida é embelezar a área.

Remover as matérias vegetais tidas como daninhas ajuda a evitar que bocas de lobo, ramais e galerias ao redor do terreno fiquem entupidas. Aqui, cabe esclarecer que tais estruturas são responsáveis por escoar as águas de origem pluvial, impedindo assim que aconteçam alagamentos. Para fazer roço e capina é indispensável que haja estudo prévio do solo, bem como da vegetação. Sendo assim, a melhor decisão é contratar uma equipe especializada, isto é, que conheça a atividade. E o mais importante: a manutenção de terreno limpo contribui por afastar a possibilidade de esconderijo de pragas e vetores urbanos.

A SANESER trabalha com boas práticas ambientais procurando, sempre, consultar os órgãos responsáveis acerca do licenciamento antes de realizar quaisquer serviços dessa natureza.

Quem carpir terreno é o que
Maria de Fátima capina terreno. Ao fundo as manilhas onde ela encontrou possíveis criadouros do Aedes. (Foto: Marcos Ermínio)

“Limpar terrenos em época de epidemia de dengue é muito lucrativo. Também, é serviço que não acaba mais”. A afirmação é do autônomo Joaquim Dias Bispo, 53 anos, que tem faturado todos os dias e até dispensado alguns clientes em Campo Grande, onde somente este ano o número de casos suspeitos da doença supera a casa dos 12 mil.

Os valores cobrados são diversos, depende do que o cliente contratar, mas vai de R$ 30 até R$ 1,5 mil. O serviço vai desde roçada (com uso de máquina) e capina (manualmente), até retirar o mato do local ou não, além do aluguel de uma caçamba para transportar tudo. “Se o trabalho for pouco, só um matinho pode ficar a partir de R$ 30 até uns R$ 60. Mas se for bastante e tiver que contratar mais gente pra ajudar aí sobe, já cobrei R$ 1,5 mil”, afirmou Bispo.

Somente nesta quinta-feira (4), ele tinha dois serviços em diferentes regiões, de leste a oeste da cidade, nos bairros Carandá Bosque e Nova Campo Grande. No dia anterior, o trabalho foi no Bairro Cidade Jardim e, para sexta (5), a previsão é de mais áreas para limpeza no Nova Lima.

Durante esta manhã ele e a esposa, Maria de Fátima Fermino, 50 anos, capinavam dois terrenos, na Rua 59, no Bairro Nova Campo Grande, na saída para Aquidauana. O trabalho deve ser finalizado só amanhã (5), isso porquê será necessária uma caçamba para retirar todo o mato da área.

Para conseguir atender as solicitações de clientes, só mesmo convocando toda a família. Por isso, além da esposa, Bispo também conta com a ajuda de cinco dos dez irmãos. “Cada um trabalha ajudando o outro. E tem mais gente na cidade que ganha dinheiro com isso. É só querer trabalhar, porque terreno sujo tem e muito, é até de chorar”, disse.

Bispo afirma desde dezembro de 2015 não fica um só dia sem trabalho, mas entre setembro e novembro a situação foi diferente. “Fiquei uns três meses com pouco serviço. Mas quando chegou dezembro a coisa melhorou bastante. Todo dia faço alguma capina ou roçada”.

O aumento na demanda, ele acredita, esta diretamente ligado aos casos de dengue que só aumentam na Capital. “Com certeza é por causa do mosquito. E eu acho muito criadouro, com larva e tudo. Além do mato, tem muita vasilha com água parada, copo, tampinhas, tem de tudo”.

Quem carpir terreno é o que
Joaquim mostra o terreno tomado pelo mato, em frente ao local onde trabalhava esta manhã. (Foto Marcos Ermínio)

A grande quantidade de trabalho relatada por ele surgiu na mesma época que o número da explosão do número casos notificados de dengue na Capital, chegando a 6.547 em dezembro passado. O ano fechou com 14.450 casos e entre os meses de setembro e novembro (com 295, 324 e 1.554 casos notificados, respectivamente), quando Bispo ficou praticamente sem serviço, os números ainda estava “controlados”.

A esposa confirma a situação e afirma que no local onde trabalhavam nesta manhã já tinha encontrado um pote de sorvete com água. “Estava dentro de uma manilha, mas não tinha larva não. Mesmo assim joguei a água fora e dei um fim no problema”, afirmou Maria.

Mosquito danado – Os focos do mosquito estão mesmo nos locais mais inusitados possíveis. Enquanto a reportagem do Campo Grande News entrevistava o casal, ao lado do terreno que era roçado um tronco de árvore abrigava várias largas do mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya.

O “berço' para proliferação do vetor espantou até mesmo quem esta acostumado a ajudar a combatê-los. “Olha só, até no tronco seco da árvore, ficou um pouco de água e já tem larva. Sempre que eu encontro focos eu elimino, jogo o lixo no lugar correto e até enterro alguma coisa se precisar”, disse Bispo, praticamente um agente de controle de endemias voluntário.

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Tronco de árvore guardava "surpresa". Várias larvas do mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya estavam no local. (Foto: Marcos Ermínio)

Números – O boletim epidemiológico, divulgado quarta-feira (3), aponta que Mato Grosso do Sul registrou nas quatro primeiras semanas deste ano, 12.219 casos suspeitos de dengue. O número representa 3.950 novos casos suspeitos em relação ao levantamento anterior, divulgado semana passada.

O total é 47,7% maior em relação ao boletim anterior. Também já supera os dados de 2014, quando foram computados 9.256 casos ao longo do ano. Já entre os dias 24 e 30 de janeiro, foram registradas 1.804 notificações, contra 2.133 das computadas entre os dias 17 e 23 deste mês, o que representa uma queda de 15,4% de casos suspeitos em uma semana.

O município de Dois Irmãos do Buriti lidera o ranking de cidades com maior índice de incidência do Aedes aegypti, com 172 notificações, seguido de Deodápolis, com 175. Em terceiro lugar vem Caracol, com 74 casos suspeitos.

A Capital permanece em 17º lugar, com 5.464 notificações. As confirmações de óbitos devido a dengue continuam sendo as mesmas do último boletim, com dois casos.

Na Capital foram duas confirmações, uma criança de 8 anos, que morreu no dia 12 de janeiro na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Vila Almeida ao dar entrada com dengue clássica e depois sofrer uma parada cardíaca e a adolescente Karolina Ribeiro Soares Rodrigues, 16, que morreu um dia depois no Hospital Regional Rosa Pedrossian.

Em todo o Estado foram registrados 17 óbitos no ano passado por causa da doença.

Chikungunya - Quanto a febre Chikungunya um novo boletim também foi divulgado nesta quarta-feira e revela que as notificações de casos suspeitos se mantém em 16, sendo dez em Aquidauana, dois em Bodoquena, dois em Corumbá e Dourados e Miranda com um caso cada. Ao todo, 11 casos aguardam confirmação. Em 2015, foram 184 notificações, com oito confirmações. Ainda há 41 casos suspeitos de chikungunya referentes ao ano passado aguardando resultado.

Como chama quem carpir terreno?

Significado de Capinador substantivo masculino Aquele que capina, que limpa o terreno do capim ou de qualquer erva daninha; carpidor, mondadeiro, sachador.

Quem capina lote e?

- Segundo a lei municipal , a capina dos lotes é obrigação dos proprietários . - Consta no estatuto do condomínio que a capina dos lotes é de responsabilidade dos proprietários , e a associação só pode assumir esta tarefa após ser aprovada a mudança neste item do estatuto .

Quem Carpi quintal E o quê?

Pessoa que capina um terreno ou uma plantação. a. 2. Diz-se de quem capina.

É capinar ou capinar?

O que é Capinar: Carpir. Limpar um terreno usando enxada.